Relacionamentos e Sexualidade
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Kunyaza – ou a melhor siririca que você vai receber na vida – a técnica africana voltada para o prazer delas

Ilustração que abre a matéria: Carlo Giovani

Kunyaza é uma técnica sexual desenvolvida e praticada principalmente na África Central (em algumas províncias da Ruanda, Congo, no Leste da Uganda e no Leste da Tanzânia) para promover poderosos orgasmos femininos em relações heterosexuais.

Naturalmente não há nada que impeça mulheres homossexuais de praticar a técnica, só que como o Kama Sutra indiano, essa técnica foi desenvolvida (ou transmitida) como sendo uma prática entre homens e mulheres.

Acredito que casais homossexuais femininos podem praticá-la trocando a glande do pênis pelos dedos ou algum outro objeto de estimulação.

As dicas dadas também são preciosas para melhorar a masturbação, já que a técnica foca em alguns pontos principais que se estimulados podem levar sozinha a mulher ao orgasmo. 😉

Wet Sex

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A palavra Kunyaza, originária dos povos Rundi da Ruanda, é derivada do verbo kunyaàra que significa tanto 1) fazer xixi, quanto 2) o ato da ejaculação feminina decorrente da prática.

No Kunyaza, a mulher costuma expelir um litro ou mais de líquidos vaginais, motivo pelo qual o termo pode significar também “sexo molhado”. Enquanto em Ruanda e Burundi, a técnica é chamada de Kunyaza; na Uganda ganha o nome de Kachabali.

A técnica é considerada uma prática tradicional da Ruanda, e o folclore popular sugere que ela remonte à Terceira Dinastia, quando uma rainha escolheu um guarda real para ter relações com ela, e este ficando muito nervoso com a “responsabilidade” acabou brochando, mas desenvolveu um método de satisfazê-la: friccionando a glande de seu pênis contra os grandes e pequenos lábios e também no clitóris da rainha.

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Técnica ancestral (e matriarcal)

As informações apresentadas nesse artigo são baseadas em dados coletados a partir de entrevistas com 58 mulheres da África Central realizadas pelo professor N. Bizimana (PHD) além de informações coletadas em seu livro “Le Secret de l’amour à l’Africaine” (Bizimana, 2008).

Segundo o professor Bizimana, o Kunyaza vem de uma longa tradição. Pessoas acima de 70 anos entrevistadas em 1986 pelo professor confirmam que seus avós já usavam a técnica, o que significa que a prática tem no mínimo 150 anos.

No kunyaza, a mulher é a rainha. Ela participa cooperando com seu parceiro escolhendo os estímulos que deseja receber e a intensidade do ritmo que será usado, assim como comunicando ao parceiro quais são as partes de sua vagina que respondem melhor aos estímulos.

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O Kunyaza pode ser praticado em diferente posições. Os autores indicam a existência de posições tradicionais e modernas, essas últimas destinadas à pessoas das sociedades contemporâneas que são menos atléticas que seus ancestrais.

Como o Kunyaza é praticado?

O kunyaza possui pelo menos dois tipos de estimulação: a externa e a interna. Em ambas, o homem se esforça em estimular simultaneamente diferentes zonas erógenas femininas localizadas na região genital. Lembrando que todo nosso corpo é erógeno e carinhos em outras partes do corpo são mais do que bem vindos.

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Estimulação externa

Durante a prática mais simples do Kunyaza (a externa), o homem fricciona em ritmo contínuo o clitóris com a cabeça do seu membro ereto, o qual ele pode segurar com sua mão ou entre o dedo indicador e médio, movendo na mesma velocidade debaixo para cima ou de um lado para o outro, passando por toda a extensão da vulva.

Eventualmente, ele pode fazer movimentos circulares, tanto no sentido horário quanto anti-horário. O clitóris e os grandes e pequenos lábios também podem ser estimulados a partir de movimentos de zigzag.

Na estimulação externa, o homem passa (sem penetrar) seu membro por toda a extensão da vulva de sua parceira. Inicialmente a fricção pode causar um pouco de desconforto caso a área não esteja devidamente lubrificada. Nesse caso, deve-se usar saliva.

Naturalmente, tudo deve ser feito com cuidado e delicadeza para que os parceiros não saiam machucados da prática.

Só a cabecinha

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Durante a prática completa do Kunyaza, o seguinte é executado: Depois da lubrificação vaginal realizada com as preliminares, o homem introduz seu pênis em movimentos vai-e-volta.

Depois que o pênis do parceiro tiver ficado lubrificado pela vagina molhada da parceira, ele o toma novamente entre as mãos (pode ser entre o dedo indicador e o médio) e mais uma vez retorna à forma simples do Kunyaza, a estimulação externa.

Mais uma vez: não precisa de força, é jeito… Às vezes uma carícia bem de levinho, em que se encosta pouco, pode despertar terremotos e outros tremores de terra; enquanto carinhos muito fortes podem acabar machucando.

Na medida em que a vagina fica mais molhada, o homem repete os mesmos movimentos circulares na abertura dos lábios menores. O próximo passo é estimular, com o mesmo movimento, o clitóris, os pequenos lábios e abertura vaginal.

Nesta hora, o homem continua roçando seu membro do começo do corpo do clitóris (não só na parte externa do clitóris, sabe?) até a margem inferior da abertura da vagina.

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Depois de estimular esses três pontos, um novo ponto passa a ser estimulado… o períneo! As carícias com a glande do pênis então vão do corpo do clitóris até a região anterior ao ânus.

Estimulação interna

Na estimulação interna, o homem segura seu pênis com as mãos e faz movimentos intravaginais horizontais, verticais e circulares, se preocupando em estimular diretamente as paredes do canal vaginal, o que geralmente ocasiona mais prazer do que a penetração tradicional.

O homem pode tornar o coito ainda mais estimulante alternando penetrações superficiais e profundas, ações que são chamadas respectivamente de gucuga e gucumita em Ruanda.

Tanto durante a estimulação interna quanto externa, o ritmo e a força dos movimentos é lenta e delicada, e aumentam de acordo com o aumento da excitação e da lubrificação das áreas envolvidas.

Líquidos, fluidos e secreções

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Durante a prática do kunyaza, geralmente a mulher produz e expele uma grande quantia de líquidos, que acaba também lubrificando o pênis do parceiro.

Em Ruanda, o termo usado para urina é inkari, enquanto o líquido secretado durante o kunyaza recebe o nome de amavangigo ou ibinyare. Enquanto o inkari (urina) é descrito como um líquido amarelo, o líquido expelido durante o kunyaza é descrito como uma secreção transparente ou levemente branca.

A consistência e o cheiro também divergem: enquanto a urina é sempre aquosa, com forte cheiro de amônia; o amavangigo pode ser mais espesso e levemente grudento, e geralmente não apresenta odor.

Por causa da grande quantidade de líquido expelido durante o kunyaza, esse tipo de sexo é frequentemente caracterizado pelo evocativo som de alguém batendo na água com as mãos. Esse é o motivo pelo qual o povo de Ruanda usa a expressão “o cão que bebe água” para insinuar esse barulho específico.

Conclusão da tradutora

Como disse no começo do texto, a descrição dessa técnica (que convenhamos deve ser muito mais gostosa na prática do que sendo escrita/lida) faz a gente se atentar para algumas coisas:

– a existência de pontos especialmente erógenos em nossa genitália, que podem ser estimulados tanto por um(a) parceiro(a) ou por nós mesmas;
– que a estimulação constante, rítmica e simultânea de pontos erógenos pode levar a gente a ter orgasmos múltiplos;
– sensibilidade do corpo do clitóris (e não só da partezinha que sai pra fora);
– sensibilidade do começo do canal vaginal e das paredes desse canal vaginal;
– possibilidade da ejaculação feminina;
– importância das preliminares e de se estar bem lubrificada antes da penetração;
– vontade de provar, já!

Naturalmente, não é pra seguir passo a passo como um manual, é só assimilar e aplicar as principais ideias.

O blog Clitóris Livre considera essencial o uso de camisinha. Alguns procedimentos dessa técnica, entretanto, parecem ser melhor executadas sem o uso da mesma.

Assim, a recomendação é que a prática seja realizada por casais que tenham intimidade entre si e que realizam exames frequentes para saber se andam com a saúde sexual em dia. Caso contrário, usem só os dedos… e não se esqueçam de encapar seus meninos!

Fontes

Kunyaza Sex Trick that trigger womans orgasm in five minutes

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145 comentários

    • Gerson diz

      Informação preciosa – Já a praticava, sem ao menos conhecê-la. O expelir do “líquido feminino” é realmente espetacular.
      (Recomendo).

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      • Isso é normal , não é prática disso ou aquilo, isso é fazer sua mulher gozar, kkkkkk da ate pra fazer com a lingua, para o cara que não sabe isso não tem a manha, kkkkkkk

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  1. Marcos Renan diz

    Sempre pratiquei com minha namorada e não sabia que era uma técnica tão antiga, muito interessante e também deu novas ideias

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  2. OricirO diz

    Mas tudo isso ai so vale quando se tem 1 penes de negão, com a cabeça larga, a minha cabecinha nao vai nem fazer cócegas ai perde toda a graça do negocio!!

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      • Se isso de alguma forma for ajudar alguém, saibam que eu descobri esta jeito de gozar e fazer esse aguaceiro todo, que os parceiros por sinal adoram presenciar, foi justamente com um homem que tinha um pênis considerado pequeno ! Com os dedos também dá MUITO certo, é batata ! 🙂

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    • Geavila diz

      Aquela famosa premissa de que, mais importante que o tamanho da varinha, é a mágica. É totalmente válida nesse caso, inclusive. Vá em frente, Oriciro, você já tem o mais importante; a vontade de experimentar.

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    • Já uso a técnica a algum tempo.. e meu namorado não tem um pênis grande.. é jeito de fazer.. ele não sabia.. mas eu fui mostrando como eu gostava mais.. hoje eu choro e dou risada ao mesmo tempo tamanho o prazer que consigo.. é muito bom vale a pena tentar .

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    • O clitóris tem inicio na parede anterior do canal vaginal (primeiros 3 a 4cm, a partir da entrada do canal). Também pode ser dito como corpo a porção externa que vem logo abaixo da cabeça ou da porção mais visivel do clitoris . Se tiver muito complicado de entender vem aqui que eu te mostro. Bj

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  3. Carlos Eduardo Coimbra diz

    palhaçada do caralho. faço isso desde sempre sem precisar dessa “dica de gênio”. o homem que nunca pensou em estimular a mulher usando o próprio pênis para masturbá-la é um merda.

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    • Marcão da Oficina diz

      Carlos seu filhote de urubu fecha esse cu antes de posta comentário agressivo desnecessário, valeu!? merda é você seu cuzão filhote de darwinista. geral assiste porno geral fazia instintivamente, receba a informação se foi útil pra você vaza calado seu retardado, fecha essa torneirinha de cocóm, flws valeu !

      Obs: Da pra critica sem ce cuzão seu lixo!

      Curtido por 1 pessoa

  4. Priscila J diz

    Conhecia e pratico adorooooo, mas como informado não sabia que era uma técnica tão antiga, adorei a explicação perfeita.

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  5. Fernanda diz

    Gostei muito de ler!!
    Descobri por acaso a “técnica” com o meu namorado e desde então não consigo ficar sem!!
    Meninos, usem bem o seu pênis! As meninas agradecem!
    Fica a dica..

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  6. Já praticamos dessa forma, mas não tinha um ‘nome’. De repente nosso lado ancestral gritou (gemeu) mais alto… \,,/ é bem bom, o negócio é segurar a ânsia de completar o ato com a penetração e a masturbação clitoriana.

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  7. Pingback: Kunyaza: técnica africana de masturbação feminina | Cliografia

  8. Sempre fiz esse tipo de coisa, descobri prestando atenção nas reações das parceiras… Não sabia que tinha nome hahahaha

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  9. Camila diz

    Ja fiz….faço e amooooo…..mas depois da excelente explicaçao…..faremos melhor ainda!
    Conhecer o corpo é tudo!
    “Se toque se deixe tocar
    Goze o que tem pra gozar
    Se jogue….se jogue”

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  10. Marcio pereira diz

    muito mais eu já faço isso há muito tempo e não sabia que havia tal nome e erra africado achei bom !!

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  11. Pirata Cachorrera diz

    Além da matéria, gostei das fotos. Cada preta deliciosamente tentadora. E aquela sexta foto? Que delícia de buceta meu pai! Nóóóó sim hr…

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  12. Débora diz

    É importante esclarecer à autora do texto que a prática pode ser feita tanto por casais homossexuais normalmente, assim como nos heterossexuais. Não é toda mulher que tem uma vagina, e nem todo homem que tem um pênis.
    Obs:. Ataques ao meu comentário serão ignorados sem piedade.

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  13. Ronald diz

    Excelente. Já praticava há tempos. Nem sabia que tinha uma origem. Já vi em outros países falarem disso. Se bem trabalhado, com carinho e paciência, percebendo bem, o prazer é amplamente aumentado numa proporção que beira o absurdo! rs

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  14. Texto bom! Existem pessoas que desconhecem a sua própria natureza.
    E no sexo homossexual essa prática não é novidade!

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  15. Muito interessante. No meu romance “O homem lésbico” a namorada do personagem apelidavessa pratica de “pincel”. Fiquei feliz que em África essa é uma modalidade. A missão do pincel é a felicidade orgástica das mulheres. Genial. (Editora Global).

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  16. André Matos diz

    Uma das maiores bobagens que já li. Alguém não pesquisou o suficiente, já que na África existe a prática milenar de remoção do clitoris das mulheres, por questões religiosas.

    De maneira geral, o continente africano não respeita o prazer feminino.

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    • Maria Zemzam diz

      Discordo completamente com o seu comentário,
      De facto existe alguns países. Ou determinadas regiões que usam da prática de mutilação aos órgãos genitais femininos.
      Não sei qual a sua raça ou sua cor (com todo respeito e bem longe de preconceitos)
      Uma mulher genuinamente Áfricana na cama é outro nível.
      No caso mutilação, em certas culturas é possível sim mais não abrange sequer 30% da população.
      É muito pouco, tirando a sociedade islâmica que considero maxista por natureza, onde a mulher esta para dar prazer e não para receber.

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  17. Camila diz

    Não vi nenhuma diferença das práticas tradicionais. Lhes asseguro que não é assim que uma mulher ejacula, sou lésbica e minha ex parceira já ejaculou comigo algumas vezes e a região a ser estimulada é a parede superior da vagina, próximo ao canal da uretra.

    Enfim…

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    • Erasmo diz

      Isso varia de uma pessoa pra outra. Minhas ex gozava com extrema facilidade apenas com estimulação do clitóris.

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  18. Achei muito importante a tradução, mas tenho ressalvas sobre as imagens na publicação. Li a tradução sobre a kunyaza, muito importante trazer conhecimentos que não temos, mas é importante também avaliar o tipo de representação que se está fixando com a imagem de pessoas negras na publicação, como o exotismo, a objetificação da mulher, principalmente, e do homem negro, entrei na publicação original onde há somente um casal se amando, humanizado. Estamos, hoje, numa disputa de narrativa com a branquitude, pensando sobre o modo como queremos ser representados. Esses lugares estereotipados são tão fixos, naturalizados, que podem não incomodar a maioria das pessoas que já incorporaram isso, mas quem comunica e estuda sobre vai ver a imagem daquela mulher negra com a cobra como hiper-sexualização da mulher negra, sugiro que leia o Blogueiras Negras, tem muita referência sobre o tipo de representação que não queremos mais e a página Contra Exhibit B. Obrigada.”

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  19. mas uma razão para amar nossa comum hera africaana ! todos viemos de lá, negros, brancos, asiáticos e ameríndios. a paleontologia demonstra isso.

    achei o último comentário uma crítica válida mas um pouco exagerada, visto que eu achei as fotos de muito bom gosto. vê-se que foram catadas pela web e ao que parece pelo biotipo da meninas não se estava querendo representar a totalidade das mulheres negras. afinal daí teria que ter mulheres maiores, menores, mais velhas, enfim… me PARECEU – posso estar errado – que não se objetivava representar nenhum espectro amplo nem da mulher, nem da mulher negra. como jornalista estou certo de que a ideia era simplesmente enfeitar o artigo, deixá-lo mais agradável e dar um tesão no leitor. ponto. mas assim, não entendi uma coisa. a cobra?! sério. a cobra é que o problema?!
    ok.

    tipo, é muita caça às bruxas por causa de uma cobra. mas tudo bem este sou eu.

    ativistas sejam ativistas, jornalistas sejam jornalistas. as coisas podem se misturar mas sem se estragar, por favor. abraço!

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  20. Pingback: Técnica africana: A melhor siririca do mundo! | SOS Solteiros

  21. marcelo procetti diz

    Achei que leria algo extraordinário, que o homem branco jamais tivesse noção. Mas, sinto informar, fazer isso é tão comum…

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  22. Loralay diz

    Peraí, gente: não é justamente nessa região da África em que as tribos extraem o clitoris das meninas para que elas não sintam prazer?

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  23. Zeh basco diz

    Itambé a prático, mas mão sabia que se trata de uma modalidade. Numa chegamos, porém, ao orgasmo, porque nunca persistimos no “licking dog” 🙂
    Gostei muito de saber. Já vou treinar !! 🙂

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  24. carlos diz

    Falou uma idiotice, esta materia. A mulher não ejacula 1 litro de jeito nenhum! Vejam o conteudo da garrafa de 1 litro. Tem mulheres que quando muito excitadas elas urinam e nem é tal quantidade. Em videos de mulheres que usam SEX MACHINES (Maquinas de sexo que introduz um penis de ciberskin com velocidade e sequencia muito maiores que um ser humano pode proporcionar), a mulher goza intensamente e com urina junto, e espirra longe. Tive uma esposa JAPA, que tinha 10 a 15 orgasmos por noite, a quantidade de orgasmo era muita mas não passava de 150 ml. no total. Agora isso é um verdade, a mulher negra nasceu para o SEXO e faz como ninguem.

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